Ao meu leitor imaginário,
Faço demasiada reverência
Com palavras do inventario
De minha profana inocência...
Que estes versos marquem
O renascer do meu império,
Não mais um castelo de cartas,
Não mais um falso mistério.
Agora somente o caminho
E a força de uma revolta...
Ah e é claro, As boas-vindas!
Bem vinda poesia,
Bem vinda de volta!
Dannyel Delgado
28 de abril de 2008
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2 comentários:
Eu leio!! rsrs..
Sendo assim, obrigada pelas boas vindas!
Abraço,
E os que lêem pedem mais!
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